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Frase e laço outubro rosa com mulher sorrindo | Outubro Rosa: combate ao câncer de mama

Outubro Rosa: combate ao câncer de mama

O movimento Outubro Rosa surgiu em meados de 1990, nos Estados Unidos. Naquela época, vários estados promoviam atividades e ações para despertar na população, principalmente entre as mulheres, a consciência da necessidade do exame e do diagnóstico do câncer de mama. As ações aconteciam em diversos cantos, mas sempre durante o mês de outubro. Foi aí que o Congresso Norte-Americano aprovou uma lei batizando o mês como o período dedicado à saúde da mulher.

No Brasil, o primeiro registro do movimento foi em 2002, com a iluminação em cor de rosa do famoso Obelisco do Ibirapuera, na capital paulista. Em 2008, a iniciativa de deixar as fachadas de prédios públicos com a cor da campanha ganhou mais espaço e atingiu várias cidades brasileiras. A cor e o símbolo, um laço rosa, surgiram em 1990 e marcaram a primeira corrida pela cura da doença, promovida pela Fundação Susan G. Komen.

O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva, o INCA, abraça a iniciativa desde 2010. O órgão é um dos principais estimuladores do Outubro Rosa, com diversas campanhas para que todos tenham acesso às informações de prevenção e combate ao câncer de mama. O Inca estima para 2018 o diagnóstico de 59.700 novos casos da doença.

O que é o câncer de mama?

A doença é um tumor maligno, que se desenvolve no órgão mamário devido ao crescimento anormal das células. Em todo o mundo, é o tipo de câncer que mais atinge e mata mulheres. Geralmente, pessoas com mais de 35 anos possuem mais predisposição para este problema de saúde, sendo que a cada ano aumenta a probabilidade de diagnóstico positivo.

Vale lembrar que casos de câncer de mama não são exclusivos do sexo feminino. Homens podem desenvolver a doença, o que é raro. Acredita-se que para cada 100 mulheres, um homem terá este câncer.

Para fazer o tratamento, é necessário que seja executada a remoção do tumor, de parte ou até mesmo de toda a mama acometida pelo tumor maligno. Após a mastectomia, o processo é complementado com quimioterapia ou radioterapia. Vale ressaltar que, caso o diagnóstico seja precoce, é possível fazer a retirada do tumor sem grandes danos às mamas. Além disso, nestes casos, a chance de cura chega a 95%.

Médicos especializados recomendam que o paciente que teve câncer de mama faça acompanhamento clínico por três anos, a fim de monitorar o possível reaparecimento do tumor no organismo.

Entenda como é feita a reconstrução de mama

Logo após a retirada do tumor, é possível que a paciente faça a reconstrução da mama. Além de um efeito estético, essa reconstrução pode colaborar com o tratamento psicológico da paciente.

O procedimento auxilia na melhora da autoestima e da qualidade de vida. Pessoas que são diagnosticadas com tumor maligno podem apresentar sinais de depressão. Mesmo após a cura, é importante manter um acompanhamento com um terapeuta para restabelecer a saúde emocional.

A reconstrução da mama é um processo feito logo após a retirada dos tumores localizados no órgão. É um procedimento delicado, e cada caso deve ser analisado por um profissional, já que hoje o mercado conta com diversas técnicas.

Quando não é removida uma grande quantidade de pele da mama, a prótese de silicone é o procedimento mais indicado. Caso a paciente apresente boas condições de saúde, esse tipo de reconstrução da mama pode ser feito na mesma cirurgia de retirada do tumor.

Outro método de reparo é o uso de expansor, um dispositivo que provoca o aumento do tecido mamário. Além desses procedimentos, existe ainda a transferência de tecidos, que nada mais é do que a remoção de um tecido gorduroso de uma parte do corpo para a sua inserção na mama.

Para obter mais informações e buscar a prevenção contra o câncer de mama, faça contato com a Dra. Beatriz Medina, no Rio de Janeiro!

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